Associação dos Moradores e Amigos da Avenida "José Alves Nendo"

Mantenha contato conosco, enviando suas críticas, agradecimentos, ou ainda sugestões para postagem. ama.ajan@hotmail.com

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Que árvores plantar nas calçadas?

Essa é sem dúvida a questão mais importante do plantio de árvores em ambientes urbanos. A escolha deve ser baseada em alguns aspectos práticos, para que consigamos escolher uma árvore que realmente satisfaça as nossas necessidades e melhore o ambiente, sem que prejudique as calçadas e arrisque nossa residência.
Os principais aspectos a serem levados em conta estão listados a seguir:
a) tipo de raiz da planta – plantas de raízes superficiais e muito vigorosas são péssimas escolhas para o plantio em calçadas. As raízes das plantas podem arrebentar o concreto das calçadas, estourar tubulações, e até mesmo danificar a estrutura da casa. Evite ao máximo o plantio de espécies desse tipo, como o fícus ou o flamboyant.

b) resistência dos galhos da árvore – muitas vezes nos tentamos a plantar árvores de crescimento rápido, mas em geral, essas possuem galhos frágeis, que podem ser quebrados facilmente pelos ventos e chuvas, podendo ocasionar acidentes. Para evitar isso, não utilize espécies de crescimento muito rápido, como o flamboyant.

c) queda de folhas – se você não quer ter que varrer sua calçada muitas vezes, procure escolher espécies cujas folhas não caem em determinada época do ano. Dê preferência a árvores de folhas mais largas, que sejam de fácil retirada.

d) sombreamento – se você desejar um bom sombreamento da rua, utilize espécies com copa densa e ampla. Uma boa opção nesse sentido é o chapéu-de-sol.

e) obstrução de passagem – procure não utilizar espécies que possuam galhos muito baixos, ou que sejam arbustivas, pois elas normalmente não produzem sombreamento, além de atrapalharem a passagem de pedestres nas calçadas. Procure não utilizar espécies como a espirradeira, que além de inadequadas, são extremamente tóxicas.

f) clima da região – o clima da região é um fator importante. Algumas plantas de clima frio não se desenvolvem bem em climas quentes, e vice-versa. Procure se informar sobre a capacidade de adaptação da planta ao local de plantio.

g) tipo de frutos - muitas pessoas já tiveram a infelicidade de ter o vidro do carro quebrado por uma manga que caiu de um pé plantado na calçada. Além disso, há um perigo ainda maior de cair um fruto pesado e duro sobre alguém, podendo até mesmo levar a pessoa a óbito. Evite espécies como a sapucaia no plantio em calçadas.

h) toxidez - algumas plantas são muito tóxicas, além de atraentes para as crianças. Tome cuidado ao utilizar plantas que são tóxicas, já que seus efeitos podem ser desde queimaduras leves, até a cegueira ou mesmo à morte. Evite plantas como a espirradeira.
Com base nesses fatores, fica muito mais fácil escolhermos qual planta colocarmos em nossas calçadas.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Palavra do Presidente da AMA.AJAN

SUPERANDO A MEDIOCRIDADE
Quase toda mediocridade humana pode ser vista, além de outras maneiras, pelo menos sob duas perspectivas.
Na primeira, a mediocridade pode ser interpretada como um “mecanismo de defesa”. A falta de liberdade plena impede as pessoas de opinarem, de agirem sem reservas (de ter uma vida atuante na direção de sua utopia).

O medo de cerceamento dos espaços da produção da vida, faz muitas pessoas “engolirem sapos”. Lembremos o exemplo de Fernando Gabeira em seu livro “O que é isso, companheiro?”.
Na segunda, a mediocridade é fruto da falta de personalidade numa sociedade de massa.

Nesta direção, o grande desafio ontológico é justamente superar a condição de massa das pessoas.

É também, fortalecer uma sociedade civil criativa, que nasça das aspirações populares na busca da autodeterminação. Da mesma forma, o da participação ativa na gestão democrática do poder, nos espaços que o cotidiano nos proporciona, como surge nesta associação sem fins lucrativo. Superamos a mediocridade... Não vamos ser omissos às nossas próprias necessidades.

Palavra do Presidente da AMA.AJAN

 Plante uma árvore

A Árvore é sinônimo de vida. Uma árvore, por si só, pode nos trazer muitos benefícios. Desde a sombra aconchegante, até a folha de papel. As florestas plantadas (reflorestamentos) pelo homem devolvem a ele serviços e bens. Mas o equilíbrio tem que ser mantido com a preservação das matas nativas e a proteção dos mananciais, onde a flora e a fauna encontram ambientes diversificados.

Sob o aspecto econômico, valiosos produtos obtemos da árvore: madeira para as construções e o mobiliário, celulose para o papel, carvão para as caldeiras, substâncias medicinais, óleos, resinas, gomas, essências, mel, frutos, flores e muitos outros.

Sob o aspecto ecológico, dela recebemos incontáveis benefícios: a proteção dos solos, rios, nascentes; a preservação da vida silvestre; a manutenção da qualidade de vida, e muito mais.

Por tudo isso, é da maior importância a conscientização e a contribuição de cada um de nós, plantando uma árvore e cuidando para que se desenvolva. Portanto, aproveite esta data para plantar um árvore.

Lembre-se. É preciso plantar árvores compatíveis para cada lugar. Observe obstáculos que poderão comprometer o seu crecimento, ou ainda, os danos que ela poderá causar, caso seja plantada próximo à rede életrica, ou ainda, em outros lugares não corretos. Mas, não deixe de plantar.

James Simões de Brito - Presidente da Ama.Ajan

Distribuição de cesta básicas no Sarandi

A AMA.AJAN distribuindo Cestas Básicas



Faça sua parte

 As mudanças climáticas afetam a todos nós, e ameaça ainda mais o meio ambiente.

Ameaça causar a fome, as inundações, a guerra e 150 milhões de refugiados.

Devido as grandes as alterações climáticas que estão acontecendo na atualidade, e a aproximação das negociações internacionais sobre o clima em Copenhague em dezembro, nós pensamos que a blogosfera tem uma oportunidade única de mobilizar milhões de pessoas, manifestando assim, a necessidade de se buscar soluções sustentáveis para a crise climática.

Agora é a nossa melhor chance de mudar de rumo.

Contribua com esta discussão.

James Simões de Brito - Presidente da Ama.Ajan

domingo, 12 de junho de 2011

Vale a pena Participar


Em uma sociedade que caminha para uma economia diversificada, pautada em hábitos mais sustentáveis, que condizem com a realidade que enfrentamos, é cada mais importante que as empresas também se engajem nesse processo de “reeducação”. Esse tem sido um processo lento, mas que hoje passa ser a base para os negócios empresariais. Unir social, econômico e ambiental não é mais uma opção, mas sim uma parte importante do DNA da empresa.


Responsáveis pela sustentação da economia global, as instituições financeiras têm um papel importante nessa educação. Trago o exemplo do portal de educação financeira “O Meu Bolso em Dia”, desenvolvido pela FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos), que é uma iniciativa que surgiu em razão de fatores como o aumento do consumo, da bancarização e do crédito.

O portal está com uma promoção muito bacana para comemorar o mês do Meio Ambiente. O concurso cultural “Mundo e bolso em dia” traz um desafio que combina criatividade e sustentabilidade. Você precisa completar a frase “Eu mantenho o mundo em dia porque…”. Quem fizer isso concorre a uma bicicleta personalizada. O que não falta é opção para participar: vocês têm as redes sociais Twitter, Facebook e Orkut. Lembrando que haverá um prêmio por canal.

Então, basta acessar a landing page do concurso, escolher a rede social e enviar a frase pelo próprio canal. O objetivo é promover o engajamento das pessoas, que são estimuladas a compartilhar suas práticas diárias para preservar o meio ambiente. Afinal, ações simples como apagar a luz, fechar a torneira e até reciclar o lixo podem, além de ajudar a preservar o meio ambiente, gerar economia no fim do mês.

Fiquem ligados que a promoção já começou – mas ainda há bastante tempo para participar: de 30 de maio a 30 de junho.

O resultado será divulgado nas próprias redes no dia 6 de julho.
Participem do concurso e da preservação do meio ambiente.
Não custa nada e faz bem para o mundo e seu bolso!

fonte: http://essetalmeioambiente.com/

domingo, 1 de agosto de 2010

ÔNIBUS A BIODIESEL REDUZ A 30% A POLUIÇÃO EM CURITIBA

Testes feitos em ônibus do transporte coletivo de Curitiba movidos totalmente a biodiesel mostram que houve redução de 30% no índice médio de monóxido de carbono e queda de 25% de fumaça expelida no ar.
A implantação da chamada Linha Verde de Curitiba, com seis ônibus movidos 100% a biocombustível --à base de soja, o B 100--, completou, neste mês, um ano.

Por causa dos bons resultados, essa pequena frota será expandida para 150 ônibus --10% do total de veículos de Curitiba-- até 2012.

Os testes foram feitos comparando ônibus abastecido com óleo diesel comum e outro movido a biocombustível.

"Os resultados são animadores. Não tivemos problemas de desgaste ou comprometimento dos veículos", disse Elcio Karas, gestor da área de inspeção e cadastro do transporte coletivo da Urbs (empresa da prefeitura que gerencia o transporte coletivo de Curitiba).

Os testes que mostraram a redução de poluição foram feitos pela montadora Scania, que, segundo a prefeitura da cidade, não forneceu os números absolutos.

Os ônibus da Linha Verde são biarticulados, com capacidade para até 180 passageiros em cada veículo. Eles atendem duas áreas de grande movimentação, as regiões sul e central.

Segundo a prefeitura, os seis veículos de Curitiba são a primeira frota de ônibus do transporte coletivo do país movida 100% a biodiesel.

NOVA ETAPA
O projeto entrou na segunda fase neste mês e terá um ano de duração. Até o mês passado, os ônibus rodavam cerca de 2.500 quilômetros/ mês. Agora passaram a trafegar em média 10 mil quilômetros, aproximadamente a mesma distância cumprida pelos ônibus convencionais que circulam pela cidade.

O aumento da quilometragem foi autorizado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo) -necessário, segundo a Urbs, para validar testes de combustíveis alternativos.

O projeto dos ônibus biocombustíveis envolve um termo de cooperação técnica assinado por empresas e instituições públicas reunidas para a experiência.
A iniciativa envolve duas empresas concessionárias --que compraram os veículos--, a Prefeitura de Curitiba e, também, as montadoras Scania e Volvo, que projetaram os ônibus, além das empresas que distribuem e produzem o biocombustível.

Já o Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná, ligado ao governo do Estado) é a instituição responsável pela medição do desempenho do novo combustível.
Fonte: Folha.com

UNESCO RECOMENDA AO PERU CUIDADO COM MACHU PICCHU

O Comitê de Patrimônio Mundial da Unesco, que se reúne em Brasília, informou nesta sexta-feira (30) que recomendou ao Peru manter "medidas reforçadas de controle" na cidadela inca de Machu Picchu, sobretudo após os temporais de janeiro.

Em sua 34ª reunião, membros do comitê se inclinavam por incluir a cidade inca na lista de patrimônios da humanidade "em perigo", mas finalmente só foi acordado pedir ao Peru que se mantenha "vigilante" e que regule o fluxo de turistas nas ruínas.

O comitê disse que reconhece "os esforços" do governo peruano para preservar o lugar, que desde 1983 figura na lista de patrimônios da humanidade elaborada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
Fonte: Folha.com

domingo, 13 de junho de 2010

AS ÁRVORES E SUA IMPORTÂNCIA

Uma grande árvore pode providenciar as necessidades de oxigênio para nossa existência


Retém CO2

Árvores podem reduzir a incidência de asma, câncer de pele e doenças relacionadas ao stress, pois ajudam a diminuir a poluição do ar, promovem sombreamento e um ambiente atrativo, calmo e adequado para recreação

Ajudam a reduzir em até 10% o consumo de energia através do efeito de moderação climática local

Desenvolvem um papel importantíssimo no ecossitema pois são responsáveis por manter mais de 50% da biodiversidade
Árvores reduzem poluição sonora e os ventos
Mantém umidade do ar e chuvas regulares
Fornecem base para produtos como medicamentos e chás

Fornecem frutas, flores, sementes, fibras, madeira, látex, resinas e pigmentos

Beleza natural para nossos olhares e almas

Promovem saúde dos solos e evitam erosão com suas raízes

DICA

DEIXAR A TORNEIRA ABERTA AO ESCOVAR OS DENTES DESPERDIÇA CERCA DE 5 LITROS DE ÁGUA.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

SEMANA DO MEIO AMBIENTE 2010


Em Maringá, a programação em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente contou com blitz ecológica, passeatas de estudantes, limpeza e plantio de mudas de árvores nativas em fundo de vale e Exposição Ambiental nos shoppings Mandacaru e Maringá Park.

A Avenida José Alves Nendo (Jd. São silvestre) também foi contemplada com plantio de árvores no canteiro central.

domingo, 18 de abril de 2010

sábado, 17 de abril de 2010

QUE SELO É ESSE?


Você já deve ter visto estes selos por aí.

Eles são a garantia de proteção à natureza!


Fonte:planetasustentavel.abril.com.br

sexta-feira, 9 de abril de 2010

PARANÁ É O MAIOR PARCEIRO DA ONU PARA PLANTIO DE ÁRVORES


Panorama AmbientalCuritiba (PR) – BrasilJunho de 2007

O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues, anunciou nesta quarta-feira (27) que o Paraná tornou-se o maior parceiro da ação mundial “Plantemos para o Planeta – Campanha do 1 Bilhão de Árvores”, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). A campanha foi idealizada pela professora africana Wangari Maathai - Prêmio Nobel da Paz de 2004 e fundadora do Movimento Cinturão Verde do Kenya - e tem como meta o plantio de 1 bilhão de árvores em 2007.
“A contribuição paranaense se dará através do programa Mata Ciliar, que, como a campanha mundial, estimula o plantio de árvores de espécies nativas. Nesta semana, assumimos o compromisso de plantarmos, até o final deste ano, 20 milhões de mudas. Sem dúvida, será a maior colaboração da campanha”, afirmou.
Somente neste ano, o programa Mata Ciliar - coordenado pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e executado pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) - promoveu o plantio de 5,8 milhões de mudas, já cadastradas na campanha. Este total corresponde a 93% das 6,3 milhões de árvores registradas plantadas no Brasil e a 23% das 22 milhões de árvores plantadas em 2007 pelos parceiros no mundo da Campanha “Plantemos para o Planeta – 1 Bilhão de Árvores”.
“Até o final do ano, o programa paranaense irá cadastrar o plantio de outras 14 milhões de mudas, chegando ao expressivo número de 20 milhões de mudas plantadas”, comentou o secretário. O programa Mata Ciliar é considerado o maior programa de plantio de árvores nativas do mundo e já plantou mais de 61 milhões de mudas no Paraná desde 2003.
Meryem Amar, diretora de Comunicações e Informações Públicas do PNUMA, entrou em contato com os coordenadores do programa e elogiou a iniciativa do Estado. “Esta é uma notícia fantástica, nós realmente precisamos promover esta iniciativa paranaense e listá-la entre nossos parceiros”, disse a diretora.
Campanha – No site da “Plantemos para o Planeta – Campanha do 1 Bilhão de Árvores” (www.unep.org/billiontreecampaign) todos os setores da sociedade são incentivados a firmar compromissos com a campanha para o plantio de árvores. Entidades, escolas, grupos comunitários, organizações não governamentais e do setor privado, agricultores, autoridades locais, governos nacionais e estaduais já cadastraram suas colaboração.
Os participantes que se comprometem também ofertam no site informações sobre acompanhamento das mudas. Desta forma, o PNUMA, em parceria com os mecanismos de certificação (como o Conselho de Manejo Florestal), verifica a idoneidade dos resultados cadastrados.
Segundo Meryem, em breve o Paraná irá receber visita oficial do PNUMA e de entidades certificadoras para aferir os resultados cadastrados. “Veremos a possibilidade de diretor executivo, Achim Steiner, ir ao Paraná ainda em 2007 para conhecer o Programa Mata Ciliar. Caso não seja possível, será agendada outra visita oficial”, garantiu Meryem.
Para o coordenador estadual do programa Mata Ciliar, Paulo Roberto Caçola, a visita oficial do PNUMA deverá acontecer na semana da Árvore, em setembro, quando serão plantadas 8 milhões de mudas em todos os municípios do Estado.
Programa - O Programa Mata Ciliar teve início em 2003 com o objetivo de plantar 90 milhões de mudas nativas. Para dar suporte ao cumprimento da meta, foram investidos mais de R$ 15 milhões na reforma dos 20 viveiros estaduais e aquisição de outros 412 viveiros, que foram doados a municípios e entidades para colaborar com a produção de mudas de espécies nativas que seriam utilizadas pelo programa.
“Diversos segmentos sociais uniram-se à nossa causa e estão auxiliando com a produção, distribuição e plantio de milhões de mudas. São universidades, cooperativas e instituições de apoio a pessoas com necessidades especiais, para citar alguns parceiros, que estão nos ajudando a transformar a realidade ambiental do Paraná”, o coordenador técnico do Programa no IAP, Sergio Bittencourt. Ele acrescentou que a colaboração das comunidades tem sido fundamental para o sucesso das ações.
Com estes investimentos, nos últimos três anos a produção anual de mudas para recomposição da cobertura florestal no Estado passou de 1 milhão de mudas nativas para 30 milhões. Hoje, um único viveiro do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) é capaz de produzir o que antes era produzido em todo o Estado durante um ano.
Nos próximos quatro anos, o programa irá investir R$ 20 milhões, possibilitando o repasse anual de 15 quilômetros de arame para confecção de cercas a cada um dos municípios conveniados, além de sementes, fertilizantes e substrato florestal para a produção de mudas.


Fonte: Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Paraná (www.pr.gov.br/meioambiente)Assessoria de imprensa

domingo, 28 de março de 2010

SKYGARDEN: TAPETE DE GRAMA


Sabe aquele quintalzinho ladrilhado que não dá para quebrar porque a casa é alugada? Ou aquele teto de laje que até dá tristeza de olhar? Agora tem solução: é só desenrolar um tapete de grama por cima. Com apenas 10 mm de espessura, tem dois anos de garantia e não precisa de terra por baixo.

Também dá para fazer uma horta de verdurinhas, com alface, agrião ou ervas aromáticas. Com 15 cm, então, dá para plantar berinjela, pimentão, melancia. O segredo é a composição da terra, que Ricardo Cardim, mestrando em botânica da USP, ajudou a adaptar ao clima do Brasil.

A ideia do Skygarden veio do Japão e foi desenvolvida para aumentar o verde nos telhados dos prédios de Tóquio.

Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/cidade/skygarden-tapete-grama-verde-ricardo-cardim-vidasimples-535414.shtm

domingo, 21 de março de 2010

HORA DO PLANETA


Faltam 6 dias para a Hora do Planeta!

Portanto, no dia 27 de março, às 20h 30min. apague

a luz por 1 hora e diga não ao aquecimento global.

A Hora do Planeta é uma campanha mundial da rede WWF. O objetivo é mobilizar 1 bilhão de pessoas em todo o planeta. E mostrar aos líderes dos governos e a toda a sociedade que é hora de combater as causas do aquecimento global. A Hora do Planeta é o maior movimento da História em defesa do meio ambiente. Você não pode ficar de fora!


Maiores informações: http://www.horadoplaneta.org.br/

sexta-feira, 5 de março de 2010

VEM AÍ A SEMANA MUNDIAL DA ÁGUA - 22 A 26 DE MARÇO

Água é o elemento essencial para o desenvolvimento e a sustentação da vida e de nossa civilização, desde os primeiros povoamentos até a nossa atual civilização estamos intimamente relacionados com a água, percebemos facilmente que nossas principais cidades estão localizadas em locais com abundancia de água, normalmente próximas a grandes rios, lagos ou mares. A água é também um elemento estratégico para a sociedade é vital para a manutenção da vida, para a produção de alimentos, abastecimento e saneamento, no Brasil é uma importante matriz energética e em muitas regiões é a principal via de transporte.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

CONHECENDO MELHOR OS POMBOS

O pombo comum das cidades é descendente do pombo-das-rochas, habitante dos penhascos do mar mediterrâneo, entre o sul da Europa, Oeste da Ásia e Norte da África. No Brasil os pombos Chegaram no século XVI, trazidos por imigrantes Europeus. Alguns exemplares escaparam do cativeiro ou foram soltos estabelecendo-se nas cidades, assim como fizeram no mundo todo. Sua adaptação ao meio urbano se deve ao fato de os pombos serem aves OPORTUNISTAS, como os pardais, isto é, gostam das facilidades das Vilas Humanas, onde encontram abrigo, nichos para construção de ninhos, carinho, e principalmente fartura de Alimentos. Formam casais monogâmicos que só se separam com a morte. O macho é mais dedicado na escolha do local e na construção do ninho, mas a fêmea fica mais tempo incubando os Ovos. Em geral são dois ovos em cada postura, chegando a se reproduzir 5 vezes ao ano. Os ovos levam apenas 18 dias para eclodir.

Preocupe-se quanto à permanência (MAIS DE 1ANO) e à formação de colônias numerosas.Evite entrar em contato com as secreções dos animais (USE MÁSCARA). Retire os ninhos, lave com solução desinfetante ou água corrente os locais contaminados por fezes dos animais. Faça higiene corporal após manipular o local. Já existe no mercado repelentes dara pássaros que podem ser aplicados nos locais afetados (ninhos e permanência) por estes animais. É importante que se possa ter a ação de repelência, uma vez que todas alternativas de bloqueio serão dribladas.
Com um mês de vida, os filhotes começam a sair do ninho e continuam até 45 dias de idade sendo alimentado pelos pais. Aos seis meses já estão prontos para a reprodução. Os POMBOS vivem em colônias de 30 a 120 casais. Cada Pombo produz cerca de 3 Kg de dejetos Ano. Os excrementos muito ácidos, são lançados em monumentos, calhas, canos,fios,Estruturas, etc, danificando os mesmos e causando prejuízos inimagináveis......

VOCÊ SABIA QUE OS POMBOS ...

Vivem até 15 Anos;
Com 6 meses já reproduzem;
Produzem 5 ninhadas por Ano;
Cada ninhada gera 02 filhotes.
Saiba mais..........

IBAMA - Segundo a Lei 9605 de 12/02/98 ( artigo 29º- parágrafo 30º ), os pombos são considerados domésticos ou já domesticados, levando assim qualquer ação de controle que provoque a morte, danos físicos, maus tratos e apreensão, passível de pena reclusiva inafiançável de até 5 anos.

Pombos Transformam-se em Praga Urbana.

Pássaros são comparados a ratos e insetos pelos danos causados à saúde Eles deterioraram monumentos.

POMBAS: COMO COMBATÊ-LOS

Moradia: Telhados, Cumeeiras, Caixas D'água, Forros, Varandas, etc.

Preocupe-se nesta fase da infestação, pois quando no local há reprodução, a água e a comida já estão em segundo plano. No início, aqueles foram os motivos mas agora a razão é a PROCRIAÇÃO. Nesta fase, toda ação tomada para afastá-los terá pouco resultado uma luta desleal, como enxugar gelo (as aves costumam ganhar).

Água: Piscinas, Caixas D'água, Calhas Entupidas, Poças D'água, Bebedouros de Animais, etc. Estima-se que o intercambio de aves em novos bandos dos bairros vizinhos aumentem a probabilidade em até 3 vezes para novas infestações dos locais atualmente infestados. De acordo com estudos, se um quarto das aves são exterminadas, o bando retorna ao seu tamanho original em menos de 24 (vinte quatro) meses, portanto a matança das aves além de ser proibido por lei não resolve o problema.

Comida: Grãos, Ração de animais domésticos, Mariscar a Beira mar, etc.

Outra arma contra as aves é suprimir seu alimento. Contudo, isso não é uma tarefa fácil em locais como: Armazéns de grãos, Fabrica de ração, Supermercados e Escolas, já que por si só constituem-se numa fonte de atração para essas aves.

Localizando o problema
Pombos nos beirais dos telhados atraídos por abrigos sob telhas.
Pombos abrigados em aparelhos de ar condicionado para procriação.
Pombos usando beirais de telhados, marquises e parapeitos de janelas atraídos por oferta de alimentos.
Pombos mortos em caixas d'água ou entupindo calhas de águas pluviais.
Excrementos de pombos em parapeitos, janelas, ar condicionado, pisos de varanda , roupas, áreas comuns, carros estacionados etc....
Fonte:http://www.repelentebird.com.br/parasitas.html

domingo, 14 de fevereiro de 2010

ISOPOR TAMBÉM ENTRA NA LISTA DOS RECICLÁVEIS

O poliestireno, mais conhecido co­­mo isopor, é totalmente reciclável, mas apenas 7% dos brasileiros sa­­bem disso, segundo pesquisa realiza­­da pela empresa de embalagens Meiwa, de São Paulo. Em Curitiba, já é possível reciclar o isopor – uma máquina trazida por meio de uma parceria entre a Mei­wa, a Santa Luzia Molduras (em­­presa de Santa Catarina responsável pela máquina), o Sin­dicato dos Estabe­leci­mentos Parti­culares de En­­sino do Paraná (Sine­pe-PR) e o Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC) funciona há pouco mais de cinco meses na usina de reciclagem de Campo Magro, na região metropolitana.

Isso significa que, ao contrário do que muitos pensam, o isopor pode e deve ser descarta­­do com outros resíduos sólidos como papéis, vidros, metais e plásticos. “O isopor na verdade é um plástico, e por isso é 100% reaproveitado”, explica o gerente de desenvolvimento e mercado da Meiwa, Ivam Mi­­chalt­chuk.

A máquina recicla cerca de 300 toneladas por mês, quantidade que ajuda a salvar cerca de 5 mil árvores. “A matéria-prima substitui a madeira ao ser usada para fazer molduras para quadros, sancas, rodapés, réguas e brinquedos”, diz Michaltchuk. O material reciclado também é usado como insumo para concreto leve e solado plástico para calçados. Só não pode ser reaproveitado para embalar alimentos.
Fonte: Jornal gazeta do Povo 06/01/2010

UTILIZAÇÃO

De matéria-prima a energia
Segundo informações da entidade socioambiental Plastivida, o isopor é uma marca comercial para dois tipos técnicos de produtos: o poliestireno ex­­pandido (EPS), usado para a fabri­­cação de caixas de acondicionamento e embalagens protetoras, e o poliestireno extrusado (XPS), uma espuma mais rígida, usada para fazer bandejas e copos. A proprietária da marca isopor é da empresa Knauf.

O material pode ser reciclado de três formas. A reciclagem mecânica transforma o produto em matéria prima para a fabricação de novos produtos. A energética usa o poliestireno para a recuperação de energia, devido ao seu alto poder calorífico. Já a reciclagem química reutiliza o plástico para a fabricação de óleos e gases. O material também tem sido utilizado no isolamento térmico de edifícios. Ao ser queimado em usinas térmicas para a geração de energia, o poliestireno se transforma em gás carbônico e vapor d’água. Por isso, sua fabricação não apresenta nenhum risco à saúde humana nem ao meio ambiente. O isopor não é solúvel em água, não contamina alimentos, não causa danos à camada de ozônio, pois não contém gás clorofluorcarbono, o CFC, e o seu processo de fabricação consome pouca energia. (JK)
Fonte: jornal Gazeta do Povo 06/01/2010

PASSO A PASSO

Entenda como ocorre o processo de reciclagem do poliestireno recolhido em Curitiba e na região metropolitana:
1- As embalagens são recolhidas pela coleta seletiva ou pelos catadores e encaminhadas à usina de reciclagem de Campo Magro.
2- O material passa pela máquina de reciclagem, o gás de sua composição é retirado e o isopor é compactado em fardos ou transformado em tarugos (com formato de um pão) para ser transportado para a cidade de Braço do Norte, em Santa Catarina, sede da Santa Luzia Molduras.
3- O material compactado passa por um segundo processo de reciclagem. O poliestireno é triturado, derretido, granulado e volta a ser matéria-prima para a fabricação de novos produtos.
FONTE: jORNAL gAZETA DO pOVO 6/1/2010

sábado, 13 de fevereiro de 2010

HORÁRIO DE VERÃO

O horário de verão se encerrará no domingo subsequente ao carnaval (21/02/2010).

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

QUASE 33% DOS CASOS DE DENGUE NO PARANÁ ESTÃO EM MARINGÁ

Até o final da semana passada, Maringá registrou 49 casos de dengue. No Paraná, são 150 casos, de acordo com o o primeiro boletim epidemiológico de 2010 sobre a dengue no Estado, divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde, nesta terça-feira (9).

Maringá também é a cidade do Paraná que mais tem casos de dengue tipo autóctone, ou seja, pessoas que contraíram a doença dentro da cidade. São 44 casos deste tipo. Os outros 64 casos de dengue no Paraná foram contraídos em outro Estado.

Nos dados apresentados no boletim da Secretaria da Saúde do Paraná, que leva em consideração as notificações realizadas até 2 de fevereiro, das 22 Regionais de Saúde do Estado, sete apresentaram casos autóctones. Atrás de Maringá estão: Foz do Iguaçu, com 20 e Londrina com 14. Toledo teve apenas um, mas registrou nove casos importados.

“Precisamos agir coletivamente e individualmente para evitar que a doença se prolifere no Paraná. Com o clima propenso para a proliferação do mosquito e locais com alto índice de infestação do aedes aegypti devemos ficar em estado de alerta”, afirmou o secretário da Saúde, Gilberto Martin.
Fonte:http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/235524/

COMBATA A DENGUE!

Clique na imagem para ampliar
Fonte:http://www.maringa.pr.gov.br/imagens/mapa_dengue.jpg

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

CONCURSO PARA RECENSEADOR DO IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou, nesta sexta-feira (5/2), o edital do processo seletivo simplificado que irá selecionar 191.972 candidatos temporários ao cargo de recenseador. A função exige nível fundamental completo e há chances em todo o país. A Fundação Cesgranrio será a responsável pela seleção e os selecionados realizarão o Censo Demográfico 2010.

Os contratados terão direito a receber remuneração por produção, 13º salário e férias proporcionais aos dias trabalhados. São reservadas 5% do total das vagas a candidatos portadores de necessidades especiais.

As contratações devem acontecer a partir de 26 de julho. De acordo com o edital de abertura, a previsão de execução dos trabalhos é de até cinco meses. Os contratos terão duração de 30 dias, podendo ser sucessivamente prorrogados por igual período, dependendo da necessidade do trabalho.

As inscrições poderão ser efetuadas entre 26 de fevereiro e 4 de abril, pelo site da Fundação Cesgranrio. Também serão aceitos cadastros presenciais entre 26 de fevereiro e 19 de março, nos postos de inscrição onde deseja trabalhar. O valor da taxa de inscrição é de R$ 18.

O processo seletivo será feito em duas partes: provas objetivas e treinamento. A primeira deve acontecer no dia 30 de maio. O edital de abertura foi divulgado a partir da página 118 na terceira seção do Diário Oficial da União.
FONTE:http://www.cesgranrio.org.br/eventos/concursos/ibge0110/ibge0110.html e www.ibge.gov.br

CONTORNO NORTE II

Hoje ao passsar pela Av. Colombo, deparei-me com essas imagens da construção do viaduto do Contorno Norte:

Em 2 de setembro de 2009, você viu aqui neste blog, que a construção encontrava-se assim:


Você se lembra?

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

JARDIM SEMPRE EM MANUTENÇÃO

Um jardim florido o ano inteiro é o sonho dos apaixonados por flores. Além de colorir, as flores são capazes de tornar o ambiente mais agradável e aconchegante.

No entanto, a manutenção constante é fundamental para manter um jardim sempre repleto de flores. Temperatura, incidência de chuvas, condições de luminosidade e espaço devem ser considerados na hora de escolher a variedade. Além disso, é preciso diversificar e optar por espécies com floradas em diferentes épocas do ano.

O jardineiro José Marcolino de Freitas explica que é preciso observar o local e a incidência de luz ao longo do dia. Entre as espécies que se adaptam melhor à região de Maringá estão a Gazania, Torenia, Érica, Ecsória, Roseira e Agapantos, que são resistentes às altas temperaturas. Freitas indica que essas espécies são conhecidas como “plantas de forração”, ideais para jardins rasteiros e coloridos.

Entre os cuidados necessários para essas espécies está a adubação constante. O ideal é que a manutenção ocorra mensalmente. “Se for realizada de forma adequada, é possível manter um jardim florido na maior parte do ano”.

Para evitar a proliferação de fungos nas plantas, o jardineiro recomenda uma irrigação em horários específicos. “Em dias longos de verão, a irrigação deve ocorrer no máximo até às 17 horas. No inverno, ou em dias curtos, a irrigação só deve ser realizada no período da manhã. A umidade das plantas durante a noite facilita o surgimento de pragas”, atenta Freitas.

Além do horário, é preciso estar atento aos locais onde estão as flores e à temperatura. “Lugares descampados devem receber irrigação até três vezes por dia, especialmente em dias de calor”.

Outra técnica importante para uma florada bonita é a “poda da primavera”, que deve ser realizada no período de repouso vegetativo das plantas, que corresponde às estações de outono e inverno. Além disso, Freitas orienta que a poda deve ser realizada sempre que a floração terminar, eliminando ramos secos, com cortes próximos ao caule, para estimular a próxima florada.

Para evitar a proliferação de fungos nas plantas, o jardineiro recomenda uma irrigação em horários específicos. “Em dias longos de verão, a irrigação deve ocorrer no máximo até às 17 horas. No inverno, ou em dias curtos, a irrigação só deve ser realizada no período da manhã. A umidade das plantas durante a noite facilita o surgimento de pragas”, atenta Freitas.

Além do horário, é preciso estar atento aos locais onde estão as flores e à temperatura. “Lugares descampados devem receber irrigação até três vezes por dia, especialmente em dias de calor”.

Outra técnica importante para uma florada bonita é a “poda da primavera”, que deve ser realizada no período de repouso vegetativo das plantas, que corresponde às estações de outono e inverno. Além disso, Freitas orienta que a poda deve ser realizada sempre que a floração terminar, eliminando ramos secos, com cortes próximos ao caule, para estimular a próxima florada.

Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/233053

LIMPEZA PERIÓDICA EVITA DOENÇAS

Há quanto tempo você não limpa ou manda limpar a sua caixa d’água? Se você nem se lembra quando foi a última vez, então, vai um alerta: de acordo com os técnicos da Sanepar basta uma quantidade mínima de água contaminada, ingerida durante o banho ou na escovação dos dentes para ter diarreia ou outro tipo de doença gastrointestinal.

Uma caixa d’água que não recebe um tratamento de limpeza periódica pode abrigar insetos e até pequenos animais no fundo do depósito. A Sanepar alerta que a sujeira pode provocar contaminações e doenças, desde as mais simples até as mais sérias como infecções. A recomendação da Sanepar é que caixa d’água seja limpa a cada seis meses.

Para fazer a limpeza são necessários um balde, dois panos limpos, uma esponja ou escova (não pode ser de aço), uma colher de sopa, uma pá de plástico e água sanitária.

Nunca utilize sabão, detergente ou outro produto de limpeza para lavar a caixa. Use apenas água sanitária.
Procedimentos para lavagem
Feche o registro de entrada ou amarre a boia da caixa. Esvazie a caixa, deixando um palmo de água, e feche a saída com um tampão ou pano.

Lave as paredes e o fundo da caixa com uma esponja ou escova. Abra a saída da caixa para que escorra a água.

Com o auxílio do balde e da pá de plástico retire a água e os resíduos que sobrarem.

Abra o registro de entrada de água e encha a caixa até a metade de sua capacidade. Feche novamente o registro e também a saída da caixa. Adicione água sanitária e com um pano ou escova lave outra vez as paredes.

Água sanitária
1000 litros - 20 colheres de sopa.
500 litros - 10 colheres de sopa.
250 litros - 5 colheres de sopa.

Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br/noticia/234489

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

VOCÊ SABIA QUE ...

VOCÊ SABIA QUE apenas 0,008% de toda a água do mundo encontra-se diretamente disponível para as demandas humanas? E que este volume corresponde à água doce superficial dos rios e lagos?

VOCÊ SABIA QUE a água subterrânea apresenta algumas propriedades que tornam o seu uso mais vantajoso em relação à água dos rios?

VOCÊ SABIA QUE as águas subterrâneas são aproximadamente 100 vezes mais abundantes que as águas superficiais dos rios e lagos, constituindo-se em importantes reservas de água doce?

VOCÊ SABIA QUE a população atual na área de ocorrência do Aqüífero Guarani está estimada em aproximadamente 29,9 milhões de habitantes?

VOCÊ SABIA QUE o Brasil possue a maior área do Aqüífero Guarani? E que o nosso Estado, o Paraná, tem 65,9% da sua área sobre o aqüífero?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

QUALIDADE DO AR NA PISTA DO PARQUE DO INGÁ É BOA PARA EXERCÍCIOS

A qualidade do ar e o nível de ruído no entorno do Parque do Ingá, local preferido dos maringaenses para a prática de exercícios físicos, especialmente nesta época do ano, são boas e não oferecem riscos à saúde humana.

A pedido de O Diário, o professor de Geografia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Jorge Villalobos, mediu as emissões de monóxido de carbono no local e constatou que, apesar do crescente número de veículos na região, a maior concentração encontrada foi de 0.04 partes por milhão (PPM).

O monóxido de carbono, emitido pelos veículos, não tem odor, porém é altamente tóxico, podendo matar em segundos dependendo da concentração. Uma exposição a 2 mil PPM durante uma hora, por exemplo, resultará em perda de consciência. Mesmo em concentrações baixas, de 0,20 ou 0,30 PPM, podem ser prejudiciais se a pessoa ficar exposta por várias horas, explica o médico pneumologista Reynaldo Bronivi, mas esse não é o caso nas imediações do parque.

Quando ao nível de ruído, ele oscilou sempre abaixo de 80 decibéis, que pode ser desconfortável, mas não é prejudicial. A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera que o barulho começa a se tornar ruído para o ouvido humano a partir de 70 decibéis e que apenas acima de 85 decibéis – o equivalente ao ruído de um liquidificador ligado – começa a danificar os mecanismos de audição. “Para isso, é necessário que seja um barulho constante, o que não é o caso ao redor do parque”, explica Villalobos.

MARINGÁ EM ALERTA COM A DENGUE

Maringá está fora da Caravana de Combate à Dengue, porém Martin alerta que a cidade está com o índice elevado, que exige também a mobilização da sociedade. “O índice geral de infestação de 3,8% de Maringá deixa o município em alerta”, disse. Mesmo fora da caravana, Maringá está integrada às demais campanhas de combate à dengue, que são realizadas desde o final do ano passado.

Depois do Natal e do Ano Novo sem Dengue, a Secretaria de Saúde do município realiza no momento as Férias sem Dengue e prepara a Volta às Aulas e o Carnaval sem Dengue. Nardi lembra que mesmo diante de campanhas ininterruptas há 10 anos ainda existem pessoas que deixam água parada dentro de casa, e que é preciso buscar meios de convencer toda a comunidade a participar.

As áreas mais críticas de Maringá, de acordo com o último levantamento de índice, conforme mostra o mapa, são os bairros Champagnat, Oásis e Pinheiros com 13,5%; Mandacaru, Hortência e Montreal com 7,2%; Alvorada, Alvorada II e III e Ebenezer com 5,4%; Cidade Nova, Cidade Jardim, Real e Laranjeiras com 4,2%; Aeroporto, Vila Nova, Porto Seguro, Cidade Alta e Tarumã com 4,1%; Alvorada III, Morangueira e Lea Leal também com 4,1% e Requião, Paulista, Karina, América e Parigot de Souza com 3,6%. Todas áreas de alto risco. Com médio risco aparecem os bairros Borba Gato, Itaipu e região da Cocamar com 2,8%; Centro com 2,8%; Operária e Zona 8 com 2,5% e Zonas 4 e 7 com 2%; Grevíleas, Herman Moraes de Barros, Quebec e Posto Duzentão com 1,7%; Iguatemi, Santa Terezinha e São Domingos com 1,6%; e Parque da Gávea, Cemitério, com Zona 5, Fim da Picada e região com 1,3%.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

DEFESA CIVIL: assistindo as populações atingidas por calamidade pública em todo território nacional


O triângulo equilátero representa a união de forças, a cooperação de todos, condições essenciais da Defesa Civil.

A base manifesta a segurança, a estabilidade e o bem-estar social, metas de toda Defesa Civil e os outros dois lados simbolizam: um, a prevenção e o outro a ação, que são medidas fundamentais para se manter a segurança da população.


A cor azul traduz a tranqüilidade, o equilíbrio e a serenidade com que age a Defesa Civil.


As duas mãos estilizadas envolvendo o triângulo figuram o amparo, o carinho, o amor, e o cuidado.


A cor laranja é a cor oficial da simbologia internacional da Defesa Civil e significa o calor humano e a solidariedade .


COMO CONTACTAR A DEFESA CIVIL

A defesa civil disponibiliza em sua página na Internet, pelo site http://www.defesacivil.gov.br/, como agir em Caso de Desastres , como: inundações, vendavais, geadas, deslizamentos, granizo, tornado, incendio florestal, raios e tempestades.

Em cada um desses problemas você conhecerá um pouco melhor o que é o desastre em si, os danos e perguntas frequentes.

E atenção!

No Paraná o contato com a defesa civil pode ser feito das seguintes formas:

http://www.defesacivil.pr.gov.br/

Telefones: (41) 3350-2574 / 2707 / 2609 / 2608 / 2607Fax: (41) 3254-7744

O OBJETIVO DA DEFESA CIVIL

A defesa civil no Brasil está organizada sob a forma de sistema, denominado de Sistema Nacional de Defesa Civil- SINDEC, composto por vários órgãos.

A Secretaria Nacional de Defesa Civil - SEDEC, no âmbito do Ministério da Integração Nacional, é o órgão central deste Sistema, responsável por coordenar as ações de defesa civil, em todo o território nacional.

A atuação da defesa civil tem o objetivo de reduzir desastre e compreende ações de prevenção, de preparação para emergências e desastres, de resposta aos desastres e de reconstrução, e se dá de forma multissetorial e nos três níveis de governo – federal, estadual e municipal - com ampla participação da comunidade.

A ação organizada de forma integrada e global do SINDEC proporciona um resultado multiplicador e potencializador, muito mais eficiente e eficaz do que a simples soma das ações dos órgãos que o compõem.

Todos os órgãos do SINDEC têm atribuições, mas a atuação do órgão municipal de defesa civil, Coordenadoria Municipal de Defesa Civil – COMDEC é extremamente importante, tendo em vista que os desastres ocorrem no município.

O município deve estar preparado para atender imediatamente a população atingida por qualquer tipo de desastre, reduzindo perdas materiais e humanas, fato que constatamos diariamente pela mídia. Daí a importância de cada município criar a sua COMDEC.

Há uma grande diversidade de desastres naturais, humanos e mistos, conforme classificação adotada pelo Sistema Nacional de Defesa Civil e aprovada pelo Conselho Nacional de Defesa Civil, a Codificação de Desastres, Ameaças e Riscos – CODAR.

A realidade brasileira, neste contexto de desastres, pode ser caracterizada pela freqüência dos desastres naturais cíclicos, especialmente as inundações em todo o País, seca na região Nordeste e um crescente aumento dos desastres humanos, devido ao crescimento urbano desordenado, às migrações internas e ao fenômeno da urbanização acelerada sem a disponibilidade dos serviços essenciais.

Num cenário de extensão continental, com cerca de 8,5 milhões km2, 7.367 km de litoral banhado pelo Oceano Atlântico e 182 milhões de habitantes, o Brasil apresenta-se com características regionais de desastres, onde os desastres naturais mais prevalentes são:

Região Norte - incêndios florestais e inundações;
Região Nordeste - secas e inundações;
Região Centro-Oeste - incêndios florestais;
Região Sudeste – deslizamento e inundações;
Região Sul – inundações, vendavais e granizo.

SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA

O que é situação de emergência em caso de desastres?
É o reconhecimento legal pelo poder público de situação anormal provocada por desastres, causando danos suportáveis e superáveis pela comunidade afetada.

O QUE É UM ESTADO DE CALAMIDADE PÚBLICA?

O que é um estado de calamidade pública em caso de desastres?
É o reconhecimento legal pelo poder público de situação anormal provocada por desastres, causando sérios danos à comunidade afetada, inclusive à incolumidade e à vida de seus integrantes.
Desastre - Resultado de eventos adversos, naturais ou provocados pelo homem, sobre um ecossistema vulnerável, causando danos humanos, materiais e ambientais e conseqüentes prejuízos econômicos e sociais.

Como saber se é uma situação de emergência ou estado de calamidade pública?

Para a caracterização da Situação de Emergência ou de Estado de Calamidade Pública, faz-se necessário analisar os fatores preponderantes e os fatores agravantes.
Os critérios preponderantes estão relacionados com a intensidade dos danos (humanos, materiais e ambientais) e a ponderação dos prejuízos (sociais e econômicos). Para esta análise, não servem os critérios absolutos, baseados na visão subjetiva da pessoa. Não servem os modelos matemáticos, pois a realidade é extremamente complexa, com inúmeras variáveis relacionadas com o fenômeno e com o cenário e a vulnerabilidade das pessoas e instalações expostas, que interferem no impacto do desastre.

Nessa avaliação, buscam-se critérios relativos, que levam em conta o impacto sob a ótica da coletividade. É mais importante que pessoal, além de ser mais precisa, útil e racional. Pois do ponto de vista da pessoa atingida, todo desastre tem a mesma importância, avaliação que não deve ser considerada para classificá-lo.

Há que se fazer a análise das necessidades relacionadas com todos os recursos: humanos, materiais, institucionais e financeiros, comparando com a análise das disponibilidades relacionadas com esses mesmos recursos. Recomenda-se a análise de uma equipe técnica especializada.
Quem declara situação de emergência ou estado de calamidade pública?

A declaração de situação de emergência ou estado de calamidade pública é competência do Governador do Distrito Federal ou do Prefeito Municipal (Art. 17 do Decreto nº 5.376 de 17 de fevereiro de 2005) e é feito mediante decreto.

Como se declara situação de emergência?

Por meio de um Decreto de Declaração de Situação de Emergência. (Modelo de Decreto para a Declaração de Situação de Emergência )

Quando se declara situação de emergência?

Quando da ocorrência de desastre natural, humano ou misto, em uma área do município, determinando a necessidade do prefeito declarar situação de emergência ou estado de calamidade pública, para ter efeito "na alteração dos processos de governo e da ordem jurídica, no território considerado, durante o menor prazo possível, para restabelecer a situação de normalidade".
A decretação de situação de emergência ou de estado de calamidade pública não é e não deve ser feita com o objetivo único de recorrer aos cofres do Estado ou da União, para solicitar recursos financeiros.

fONTE: WWW.DEFESACIVIL.GOV.BR

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

HAITI: PAÍS MAIS POBRE DE TODO O MUNDO OCIDENTAL


O Haiti ocupa o oeste da ilha de Hispaniola (a República Dominicana situa-se na porção oriental da ilha), no mar do Caribe. Seu relevo é montanhoso e a agricultura é a base da economia. É a nação mais pobre do continente americano e apresenta uma das mais elevadas densidades populacionais do mundo. O Haiti apresenta duas planícies montanhosas, que fecham o Golfo de Gonaives e são separadas por vales e outras planícies. A região sul é montanhosa, e lá está localizado o ponto mais alto do país, o Pico La Selle. O rio mais importante de todo o território haitiano é o Artibonite, que se origina na península do norte. Seu clima é tropical, caracterizado pela pouca variação de temperatura nas estações do ano. A temperatura média anual gira em torno de 27ºC e chuvas caem em maior quantidade nas zonas montanhosas.

Os idiomas adotados no Haiti são o francês e o créole. Noventa e cinco porcento da população é negra, sendo os 5% restantes mulatos e brancos. Ainda que haja uma força de trabalho estimada em 3,6 milhões, há escassez de mão-de-obra qualificada, e o índice de analfabetismo é de 47,1%. O Haiti sofre com uma altíssima taxa de desemprego e subemprego; mais de dois terços da população em empregos informais.

É a nação mais pobre do continente americano e apresenta uma das mais elevadas densidades populacionais do mundo (299,27 habitantes por km2).
Desde o período de colonização o Haiti possui uma economia primária. Produzia açúcar de excelente qualidade, que concorreu com o açúcar brasileiro no século XVII e junto com toda produção das Antilhas serviu para a desvalorização do açúcar brasileiro na Europa. Após vários regimes ditatoriais, hoje em dia seu principal produto de exportação ainda continua sendo o açúcar, além de outros produtos como banana, manga, milho, batata-doce, legumes, tubérculos e muito mais.

Atualmente sua economia encontra-se destroçada e em ruínas. O país permanece extremamente pobre, sendo o mais pobre da América e de todo Hemisfério Ocidental.

50,2% da população é analfabeta, a expectativa de vida é de apenas 51 anos.


FONTE: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/haiti/haiti.php

ENTENDA COMO OCORREM OS TERREMOTOS

TERREMOTO NO HAITI


Foi um terremoto muito superficial, pois aconteceu na crosta terrestre, a 10 km de profundidade. Não foi em absoluto um terremoto de subducção (deslizamento da margem de uma placa da crosta terrestre por baixo da margem de outra) como acontece geralmente nas Antilhas. Este foi um tremor que se chama de deslocamento, no qual acontece um movimento horizontal.

Aconteceu no limite norte da placa das Antilhas com a placa norte-americana. O epicentro foi pouco profundo e provocará muitos danos. Para um tremor de deslocamento não é uma profundidade anormal. Os sismos de deslocamento podem liberar grandes energias.

O terremoto foi superficial e também aconteceu no meio da cidade, portanto, forçosamente trará enormes danos. As construções são certamente muito precárias e não necessariamente de boa qualidade.

fONTE: http://noticias.r7.com/internacional/noticias/saiba-por-que-terremoto-no-haiti-foi-devastador-20100113.html

TERREMOTO NO HAITI 2

O terremoto de magnitude 7 na escala Richter, o pior no país em dois séculos, ocorreu às 16h53 de terça-feira (19h53 de Brasília), com epicentro a apenas 15 quilômetros da capital.

Segundo Roger Searle, professor do Departamento de Ciências Geológicas da Universidade de Durham, na Grã-Bretanha, a energia liberada pelo tremor foi equivalente à explosão de meio milhão de toneladas de dinamite.

A Cruz Vermelha Internacional estima que até 3 milhões de pessoas tenham sido afetadas pelo terremoto.
Fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc/2010/01/14/ult5022u4567.jhtm

CÂMERA DE SEGURANÇA MOSTRA MOMENTO DO TERREMOTO NO HAITI



fONTE: http://noticias.uol.com.br/bbc/2010/01/14/ult5022u4567.jhtm

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Fotos feitas por satélites mostram fenômenos que ocorrem no planeta.


Observar os fenômenos da natureza bem de perto é uma experiência única. Vê-los de muito longe, com a ajuda de satélites, é ainda mais raro e nos mostra imagens muito bonitas. Confira!

Os ciclones são tempestades com ventos fortes, que surgem sobre mares quentes. Com o movimento de rotação da Terra, o ar da parte de cima da nuvem gira em uma direção e o da parte de baixo em outra. O vento forma o ciclone.



Vulcões ativos podem lançar nuvens de gases, vapor de água, cinzas e colunas de fumaça de mais de 5 metros de altura. Esses sinais podem ser um alerta pouco antes de uma erupção com lançamento de lava.




Os especialistas observam as regiões geladas em cada estação do ano. Em muitas áreas polares, quando chega o inverno, nem todo o gelo que derreteu no verão se refaz por causa do aquecimento do planeta.





A concentração de poluentes pode formar nuvens muito densas
que se concentram em certos pontos da atmosfera. Essas nuvens dificultam a saída do calor do Sol, o que acaba deixando o nosso planeta mais quente.




Fonte:http://planetasustentavel.abril.com.br/planetinha/natureza/conteudo_planetinha_488046.shtml

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

VOCÊ SABE A DIFERENÇA ENTRE CHUVA E CHUVISCO?

Cai do céu o livro "(F)utilidades - Mistérios do Dia-a-Dia Explicados, do carioca Andrei Winograd, lançado pela Matrix Editora. Em um dos capítulos, ele explica que a diferença é dada pela intensidade da precipitação, medida em mm (milímetros) por hora, como mostra a tabela abaixo. O registro é feito por um pluviômetro (aparelho semelhante a um funil, que coleta a água que cai em determinado lugar).

Chuva fraca: precipitação entre 1,1 mm e 5,0 mm por hora ou 0,8 mm em 10 minutos

Chuva moderada: precipitação entre 5,1 mm e 60 mm por hora ou 6 mm em 10 minutos

Chuva forte: precipitação acima de 60 mm por hora ou de 10 mm em 10 minutos

Chuva inapreciável: traço de precipitação cuja quantidade não pode ser registrada nos pluviômetros por não ser acumulada ou por ter desaparecido por evaporação

Chuvisco fraco: precipitação inferior a 0,3 mm por hora. Visibilidade superior a 1.000 metros

Chuvisco moderado: precipitação entre 0,3 mm e 0,55 mm por hora. Visibilidade entre 500 e 1.000 metros

Chuvisco forte: precipitação superior a 0,55 mm por hora. Visibilidade inferior a 500 metros

Chuvisco inapreciável: chuva composta de gotículas finas, leves e pequenas que ocasionalmente flutuam no ar. Quando atinge o solo, não o umedece completamente.

O autor também dá informações curiosas sobre o tempo. O diâmetro médio das gotas de chuva é de um a dois milímetros. Mas o Brasil bateu um recorde. Foi observada uma gota com diâmetro de um centímetro (10 mm). O recorde anterior (8,8 mm) foi verificado no Havaí em 1986.

"Essas supergotas foram registradas por equipamentos instalados em aviões de pesquisa que voavam por dentro de nuvens. Cientistas suspeitam que a formação de supergotas tenha relação com queimadas ocorridas no Brasil. Os pingos se formariam pela condensação de água em contato com partículas em suspensão na fumaça das queimadas", escreve Winograd.

Já a poluição das metrópoles, cada vez mais tomadas por veículos, é apontada como uma das razões de outro fenômeno: na costa atlântica dos EUA, a chance de chover nos sábados é 22% maior do que na segunda-feira, diz pesquisa da Universidade do Arizona.

"Partículas vão se acumulando no ar ao longo da semana, o que facilitaria a formação de nuvens e, consequentemente, a ocorrência de chuvas nos dias não úteis. Você não terá esse problema se morar no deserto do Atacama, no Chile, cuja média pluviométrica é de 0,76 mm. A região já ficou 14 anos sem chuva", informa o autor.


"(F)utilidades Mistérios do Dia-a-Dia Explicados"
Autor: Andrei Winograd
Editora: Matrix
Páginas: 184
Quanto: R$ 29,90
Onde comprar: 0800-140090 ou na Livraria da Folha

Fonte:
Http://www1.folha.uol.com.br/folha/livrariadafolha/ult10082u677023.shtml

domingo, 10 de janeiro de 2010

OCUPAÇÃO DO LITORAL AGRAVA OCORRÊNCIA DE CATÁSTROFES


Se tivesse aplicação retroativa, o decreto federal número 5.300, de dezembro de 2004, colocaria na ilegalidade boa parte da área urbanizada da orla marítima brasileira.

Com atraso em relação a países desenvolvidos e a vizinhos latino-americanos, o decreto estabeleceu pela primeira vez os limites a serem respeitados das praias e outros ecossistemas, como dunas, falésias, costões, lagunas e manguezais.

O decreto regulamentou, 16 anos depois, o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro (PNGC), criado em 1988.

Suas disposições são até "flexíveis" em demasia, na opinião do veterano geógrafo Dieter Muehe, professor aposentado da UFRJ que colaborou com o Ministério do Meio Ambiente na produção do "Macrodiagnóstico da Zona Costeira", série de mapas que localizam os pontos de risco nos 8.698 km do litoral do país.

Muehe critica o fato de a "linha do preamar [maré alta]" ser mencionada como um dos pontos a partir do qual pode ser contada a distância de 50 m entre as praias e as construções, nas áreas já urbanizadas. Nas regiões ainda sem urbanização, a distância fixada é de 200 m.

Segundo o geógrafo, a linha da maré alta é variável demais para servir como marco, ainda mais num litoral em que boa parte do fundo marinho tem baixa declividade, o que o torna mais sensível a eventual aumento do nível do mar. Na Grécia, a distância chega a 500 m. França, Turquia, Suécia e Noruega adotaram o limite mínimo de 100 m.

Foi nesse meio século que se ergueu a maioria das barbaridades, ignorando o hoje sacramentado princípio de que "a praia é a barreira mais eficiente para conter a ação das ondas" .

"Toda a ocupação foi intuitiva, feita com ignorância. Hoje devemos usar o conhecimento para errar menos", diz.

Além de Fortaleza e do Rio, Rosman cita maus exemplos nas orlas de Maceió, Aracaju, pedaços da praia da Boa Viagem, no Recife, onde há "edifícios com a onda no pé", e o trecho litorâneo do Paraná que vai de Matinhos a Paranaguá, "um convite ao suicídio coletivo", com o casario separado das águas do mar por ruas ou avenidas, protegidas por muros de concreto e pedra.

Ao contrário da areia, explica, que dissipa o efeito das ondas e vai sendo movimentada ao longo da praia, em ciclos que tendem à estabilidade, esses paredões refletem essa energia. A estrutura de suposta contenção acaba danificada e a praia, ainda mais erodida, com sua areia carregada para bancos submersos.

No caso das baixadas costeiras e sistemas de lagunas, jovens em termos geológicos, Rosman diz que os seguidos aterros e construções tendem a reforçar a tendência de rebaixamento desses terrenos.

Em estudo de 2007 sobre o litoral fluminense, ele sugeriu a retirada da população de áreas como essas, que seriam usadas para lazer em tempo seco e transformadas em "piscinões naturais" quando ocorressem marés altas e chuvas fortes, evitando o alagamento.


fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u677062.shtml